|
Artigo – Programa Infantil
(São Paulo- Brasil, 22 de fevereiro 2010)
Quem canta muitas coisas aprende!
Desenvolver a fala, a coordenação motora e ensinar o seu crescidinho a viver em grupo. Conheça os diversos benefícios da música para o aprendizado.
Cada vez mais se tem falado dos benefícios da música para o aprendizado. Não é para menos: as canções são uma ferramenta pedagógica poderosa, que auxilia no desenvolvimento da fala e da coordenação motora, além de fazer com que o crescidinho aprenda a conhecer o mundo das palavras e a conviver melhor com as outras crianças.
De acordo com alguns estudos, a música age em diferentes áreas cerebrais ao mesmo tempo, o que faz o cérebro das crianças ser intensamente exercitado. O resultado? Uma melhora da capacidade de memória e de aprendizado. É por isso que o contato com a música deve acontecer o quanto antes.
A música infantil também é um ótimo recurso metalingüístico para auxiliar no desenvolvimento da fala: a repetição de sílabas e o uso de rimas e de diferentes entonações ajudam a criança a perceber e aprender o significado das palavras.
As canções enriquecem o repertório verbal da criançada, cada nova música aprendida traz sempre novas palavrase fazem os crescidinhos prestarem atenção em diferentes histórias, o que é ótimo para o desenvolvimento da concentração. Além disso, as músicas infantis têm um vocabulário simples e educativo, incentivando o aprendizado das crianças.
E ainda tem mais...
Se esses motivos já não fossem suficientes, é importante lembrar que o desenvolvimento da coordenação motora também é um outro benefício importante proporcionado pelas canções. Quando a musica pede à criança para bater palmas, levantar o pé e correr, ela tem de fazer várias coisas ao mesmo tempo: prestar atenção ao comando, realizar a ação e seguir um ritmo. Essas ações conjuntas estimulam o desenvolvimento da coordenação motora.
A criança que é estimulada a cantar com um grupo, o que geralmente acontece na escolinha, aprende de forma bem divertida como viver e trabalhar em equipe. Afinal, quando há uma roda de crianças cantando, geralmente a professora mostra quando é a vez de um e a do outro. Aprender a hora certa de ouvir e a de cantar nada mais é que aprender, de forma lúdica, como viver em sociedade!
Muito importante para estimular o aprendizado dos crescidinhos, a música é quase sempre presença certa nas pré-escolas. E se a criança não tiver esse tipo de atividade durante as aulas, os pais não devem deixar de estimular essa brincadeira em casa.
Fonte: Johnson & Johnson

Crescimento e Desenvolvimento
(São Paulo- Brasil, 22 de fevereiro 2010)
Brincar é muito legal!
As brincadeiras são muito mais do que lazer para a criançada. Elas são essenciais para o aprendizado e o desenvolvimento de diversas habilidades.
Para as crianças, brincar é muito mais do que simplesmente diversão. As atividades lúdicas têm papel fundamental no desenvolvimento do crescidinho e o ajudam a compreender melhor o mundo em que vive. É através das brincadeiras que a criança começa a separar a fantasia da realidade e a extravasar os mais diversos sentimentos. Interagindo com os brinquedos, ela também desenvolve importantes habilidades motoras e intelectuais com mais facilidade.
Criatividade, lógica, relacionamento em equipe, sociabilidade, maturidade emocional e concentração são apenas alguns dos benefícios promovidos por uma boa brincadeira. Para comprovar, faça o teste: deixe seu filho brincar livremente e fique observando.
Você vai perceber que muitas das situações que ele cria têm relação com suas experiências recentes. O modo como a criança interpreta essas vivências nas brincadeiras demonstra como ela está lidando com essas experiências e pode até ajudar os pais a conhecerem melhor seu crescidinho.
A importância dos brinquedos
Enquanto os bonecos e brinquedos de montar dão asas à imaginação, os jogos exigem raciocínio. Diante dos resultados, seu filho aprenderá que existe o ganhar e o perder e aceitará esses dois conceitos. Se a brincadeira for em grupo, ele ainda aprende a importância de trabalhar em equipe e pratica a sociabilidade.
Até mesmo os videogames e jogos de computador, que geram tanta controvérsia entre pais e educadores, podem ser bastante úteis nesse processo. Eles também estimulam o raciocínio e os reflexos e podem até auxiliar no processo de alfabetização, se forem escolhidos com cuidado pelos pais.
Fonte: Johnson & Johnson

Estudo associa melhora da qualidade do ar à redução nas infecções de ouvido
(São Paulo- Brasil, 22 de fevereiro 2010)
A melhora observada na qualidade do ar na última década pode ser a responsável pela redução nos casos de infecção de ouvido em crianças nos Estados Unidos, segundo estudo da Universidade da Califórnia em Los Angeles. Uma revisão dos dados da Pesquisa Nacional de Saúde do país - incluindo mais de 120 mil crianças no período entre 1997 e 2006 - mostrou que, à medida que a qualidade do ar melhorou de forma constante, o número de casos de infecções frequentes de ouvido reduziu significativamente.
“Acreditamos que essas descobertas, que demonstram uma correlação direta entre a qualidade do ar e as infecções de ouvido, têm significância médica e política”, destacou a pesquisadora Nina Shapiro, co-autora do estudo. “Os resultados validam os benefícios do Ato do Ar Puro de 1990 revisado, que dá à Agência de Proteção Ambiental mais autoridade para implementar e reforçar regulamentações reduzindo as emissões de poluentes no ar. Eles também mostram que o ambiente pode ter benefícios diretos nas medidas de qualidade da saúde”, concluiu a especialista.
Fonte: UOL_BOA SAÚDE BLOG_02/02/2010

Implante coclear traz qualidade de vida para crianças com problema de audição
(São Paulo- Brasil, 18 de fevereiro 2010)

Crianças com os dispositivos auditivos cirurgicamente implantados chamados de implantes cocleares avaliam sua qualidade de vida como igual à de crianças com audição normal, de acordo com um dos primeiros estudos a examinar as crianças e seus pais.
As descobertas são importantes, segundo os pesquisadores, pois crianças muitas vezes se sentem socialmente isoladas, enfrentam dificuldades em fazer amigos e tendem a ter baixa auto-estima como resultado. A principal autora, Betty A. Loy, disse que a informação será útil a pais prestes a tomar decisões sobre implantes cocleares para seus bebês.
“Eles querem saber: ‘Será que meu filho será ridicularizado? Ele será incomodado pelos colegas? Como meu filho se sentirá consigo mesmo com esse aparato em sua cabeça?”’, disse Loy, do Programa de Implantes Cocleares de Dallas.
Os pesquisadores perguntaram a 84 crianças com implantes cocleares como se sentiam a respeito delas mesmas, de suas vidas familiares, de seus amigos e da escola. Os pais foram questionados separadamente e as respostas foram comparadas com as de um grupo de controle de 1.501 crianças na mesma faixa etária, de 8 a 16 anos, com audição normal. O estudo aparece na edição de 1o de fevereiro da publicação Otolaryngology – Head and Neck Surgery.
Embora as classificações gerais de qualidade de vida fossem muito similares àquelas do grupo de controle, as crianças mais novas pareciam ser mais felizes que os adolescentes – mas classificavam de forma mais baixa suas vidas em família do que as crianças com audição normal.
Fonte: UOL Ciência e Saúde

Artigo publicado na revista Reação, Ano XI - Ed. nov/dez 2008
Desabafo sobre o preconceito - Por Vanessa Vidal
(São Paulo- Brasil, 18 de junho 2009)
Alcançar o título de Miss Ceará 2008 abriu os olhos da sociedade para o potencial que existe nas pessoas com deficiência. Obter o 2° lugar no MIss Brasil 2008 reafirmou a presença marcante das pessoas com deficiência na sociedade através da beleza, simpatia, inteligência e capacidade durante o concurso, abrindo assim portas para a participação no MIss Beleza Internacional, onde todos perceberam que, mesmo sendo surda, com oportunidades inclusivas, poderia concorrer em igualdade com as demais participantes.
Durante a organização para participar do Miss Beleza Internacional algumas circunstâncias me mostraram que encontraria barreiras. Ao chegar ao Japão, logo percebi a realidade que enfrentaria, ficando assustada com a situação. O sentimento que me consumia era de ter voltado ao início de tudo, ao início de minha carreira.
Estava sem intérprete de Libras e a inclusão tão esperada por mim e pela comunidade surda em todo o mundo, não existiu. Vi meus sentimentos sendo esmagados, meus direitos desrespeitados. Questionava-me como a sociedade, sendo conhecedora da realidade das pessoas surdas, de sua cultura de sua acessibilidae específica, deixou que isso acontecesse.
As outras concorrentes estavam acompanhadas de tradutores poliglotas fazendo valer o mesmo direito que a mim foi negado. Reafirmo aqui o valor da Inclusão. Imaginemos um mudno escuro, sem cor, nem vida... Cada um com suas diferenças, deficiências; brancos ou negros, surdos ou ovientes; todos, sem exceção, dão cor ao mundo, tornando-o menos preconceituoso, colorido e melhor de se viver. Creio que esta postura inclusiva pe a mais coerente para amenizar a discriminação vivenciada.
Desde o período que concorri ao Miss Ceará 2008, barreiras se colocavam diante de mim e eu as transformava em portas, em oportunidades de crescimento e aprendizagem. Foram muitas lições aprendidas. O que eu vivenciei no exterior derrubou toda inclusão perfeita que eu idealizei para o concurso. O mês que antecedeu o concurso foi para mim um sacrifício. devido à ausência de intérprete, refletiram numa comunicação quebrada... Os expectadores do concurso não perceberam o que eu sentia naquele momento. Ao apresentar-me ao público, utilizei a Libras de maneira simplificada. Senti-me prejudicada, porém sou determinada!
Registro aqui esta experiência na tentativa de alertar que ainda há tempo: podemos sim acabar com a discriminação que existe paralela à globalização que vivemos. A sociedade precisa mudar seus conceitos e acabar com o pré-conceitos.
Ainda com um sentimento de tristeza esforço-me diariamente para sorrir verdadeiramente, não como modelo, mas como ser humano. Não quero apenas que me admirem por minha beleza, mas sim pelo meu potencial, por minha inteligência, perseverança, determinação e capacidade, pois só assim o preconceito irá diminuir e as pessoas poderão viver inclusas sem nenhuma dificuldade. reafirmo que muitas lições foram por mim aprendidas. Aproxima-se o dia em que eu passarei a minha coroa de Miss Ceará, mas a coroa que almejo guardar é aquela que é feita de valorização a inclusão social com responsabilidade.

Aconteceu em São Paulo
Professores fazem curso de lingua portuguesa para deficientes auditivos
(São Paulo- Brasil, 18 de junho 2009)
Educadores de diferentes disciplinas serão treinados pela secretaria a partir do próximo dia 19.
No próximo dia 19, a Secretaria de Estado da Educação vai oferecer aos professores de ciências, história, geografia e educação especial um curso de orientação técnica de ensino de língua portuguesa para alunos com deficiência auditiva. Serão capacitados 364 educadores no Centro de Apoio Especializado (Cape), da Secretaria.
O mesmo curso será realizado nos dias 6, 7 e 8 de julho, também no Cape. O objetivo é capacitar professores de outras disciplinas para trabalhar a grafia com alunos que apresentem deficiência auditiva. Até então, essa tarefa coube apenas aos professores da língua portuguesa, responsáveis pela alfabetização.
A Secretaria atende cerca de 290 alunos com deficiência auditiva nos ensinos Fundamental e Médio de todo o Estado, que serão beneficiados pelo programa de atualização de professores. "Investir no treinamento constante de professores é fundamental para garantir a inclusão destes alunos. Com professores capacitados, damos um passo decisivo para melhorar a aprendizagem dos estudantes", afirma o secretário de Estado da Educação, Paulo Renato Souza.
As aulas serão ministradas por profissionais do Cape e por Maria Cristina Pereira, professora de Lingüística da PUC (Pontifícia Universidade Católica) e membro da Divisão de Educação e Reabilitação dos Distúrbios de Comunicação da PUC.
O Cape é o órgão responsável pela produção de materiais destinados aos alunos portadores de necessidades especiais. Além disso, o departamento realiza um trabalho especializado para identificar alunos superdotados, com déficit de atenção ou hiperatividade. Sua equipe é formada por psicólogos, fonoaudiólogos e professores especializados.
Fonte: Secretaria de Estado de Educação - SP

Aconteceu em São Paulo
Teatro para deficientes auditivos e visuais
(São Paulo-SP, 28 de outubro 2008)
Numa cidade com mais de 120 salas de espetáculos, o Teatro Vivo, no Brooklin, tornou-se o primeiro a disponibilizar um recurso especial para pessoas com deficiência auditiva. Desde o dia 10 de outubro, a casa oferece dez assentos equipados com monitores de LCD de 7 polegadas, individuais, que transmitem ao vivo as falas dos atores reproduzidas por uma intérprete do sistema de LIBRAS (Língua Brasileira de Sinais). Segundo a assessoria de imprensa do teatro, vinte pessoas já utilizaram o serviço.
Essa nova ferramenta reforça a questão da acessibilidade como um dos grandes trunfos do Teatro Vivo. Além de espaços adaptados para cadeirantes, a casa também conta, desde 2006, com um sistema de audiodescrição para deficientes visuais. Eles recebem a sinopse da peça em braille e um aparelho semelhante ao de tradução simultânea, para ouvir a descrição de detalhes do espetáculo, como cenários e figurinos.
As sessões para deficientes visuais e auditivos acontecem sempre às sextas e ingressos no valor de meia-entrada. É necessário fazer solicitar o serviço com antecedência.
Teatro Vivo, Avenida Doutor Chucri Zaidan, 860, Brooklin, 5105-1520.
Fonte: Veja São Paulo

Aconteceu em Campinas
I Congresso Brasileiro de Otorrinopediatria
(Campinas - SP, 24 e 25 de abril 2009)
O Programa Infantil Phonak esteve presente no primeiro encontro de Otorrinopediatria de São Paulo, evento que reuniu em Campinas médicos otorrinolaringologistas, alergistas e pediatras para discussão de temas da saúde infantil. O evento abordou entre diversos assuntos, a questão da triagem auditiva neonatal e o diagnóstico precoce da perda auditiva.

Aconteceu em Bauru
O nascimento do Programa Infantil Phonak Brasil
(Bauru - SP, 18 de abril 2009)

O nascimento do Programa Infantil Phonak Brasil foi durante o 24º Encontro Internacional de Audiologia realizado em Bauru, cidade do interior de São Paulo, entre os dias 18 e 21 de abril.
Prestigiaram o evento os audiologistas Carlos Calvo e Mariana Maggio, idealizadores do projeto internacional, e apresentaram duas conferências. Uma sobre os princípios da terapia fonoaudiológica centrada na família e a segunda foi sobre a contribuição da utilização dos sistemas de FM nas escolas para crianças usuárias de AASI. E a
Phonak do Brasil apresentou para os fonoaudiólogos a proposta do Programa Infantil Phonak Brasil, contando com o apoio dos profissionais do Grupo de Apoio Pediátrico e outros profissionais - referência em saúde auditiva infantil.
|
|