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Você sabia que na 21ª semana de gestação, o bebe já consegue ouvir




A audição é um sentido que traz importantes informações para o desenvolvimento humano, principalmente no que se refere aos aspectos lingüísticos e psicossociais.

A 21ª (vigésima primeira) semana gestacional marca o inicio da aventura sonora do bebê. As vias auditivas já estão maturadas a partir do 5º mês de gestação. O bebê, ainda um feto de 21 semanas, tem 25 centímetros e pesa 250 gramas em média. Está imerso em líquido amniótico¹, dentro da bolsa das águas, dentro do útero materno, em um ambiente extremamente rico em estímulos sonoros.

De todos os sons a que o feto está exposto, inclusive os sons externos em alta intensidade, o que se destaca por suas características acústicas particulares é o som da voz humana. Isso mesmo, quando a gestante fala, o som de sua voz se sobressai de todo o ruído de fundo que chega ao feto. A voz que se aproxima do ventre materno, principalmente nas últimas semanas de gestação, também tem grande abrangência e alcance. Sendo assim, deduz-se que o feto ouve em destaque especialmente a voz da mãe e dos próximos a ela desde praticamente a metade da gestação. Vale ressaltar que ele ouve a voz, mas não a palavra, “banha-se” no sonoro (no timbre da voz da mãe e nas suas características particulares que a diferem de qualquer outra pessoa). Nossa voz é como uma “impressão digital sonora” de nós mesmos, só nós a temos.

Russo e Santos (1994) disseram que em geral, as etapas de respostas a sons seguem um padrão de maturação. Fisiologicamente, a cóclea² humana possui função adulta normal após a vigésima semana de gestação. Neste período, o feto pode apresentar reações aos sons e para o melhor desenvolvimento deste sentido tão importante, pode-se e deve-se estimulá-lo desde então.

Anthony De Casper (1980, 1984), da Universidade da Carolina do Norte, mostrou que os bebês guardam em sua memória canções e histórias complexas que lhes são repetidas nos três últimos meses de gravidez. De Casper mostrou ainda que o recém-nascido tem reações diferentes ao ouvir a voz de sua mãe e de outras mulheres. Estas pesquisas mostram que o recém-nascido já tem experiências auditivas prévias e que é capaz de reconhecê-las. Por volta da vigésima sexta a vigésima oitava semana de gestação, um estímulo sonoro induz um sobressalto ou uma rotação da cabeça e do tronco, além de um aumento da freqüência de batimentos cardíacos. O feto também pode ser afetado pelas experiências emocionais de sua mãe. Consequentemente, a mãe e seu bebê estão envolvidos em um diálogo muito antes de o bebê nascer. Seu nível de atividade e estado emocional entrelaçam-se com os ciclos característicos do bebê em gestação. À medida que ela se ajusta aos ritmos desta nova vida dentro dela, o feto já está experimentando também o tempo de sua vida bem como o de seu pai e de outros membros da família.

Após a 21ª semana o feto estará experimentando constantemente o ambiente sonoro no qual viverá depois de nascido, dali a algumas semanas.

Ao nascer, o ser humano apresenta apenas audição do tipo reflexa; em seguida, inicia-se o processo de aprendizagem e novas respostas ao som passam a ser desenvolvidas, sendo estas dependentes de experiências auditivas. Assim que estas experiências vão sendo adquiridas, ocorre a inibição das respostas reflexas. Desta maneira, a audição puramente reflexa no nascimento passa a adquirir forma mais sofisticada e complexa, que é denominada por Fry (1971) de “audição de compreensão”, necessária à compreensão e produção da fala.


1-Líquido amniótico (ou fluido amniótico)- é o fluido que envolve o embrião, preenchendo a bolsa amniótica, que desta forma o protege de choques mecánicos e térmicos.
2- Cóclea (ou Caracol devido sua forma)- é a parte auditiva do ouvido interno, é uma estrutura altamente especializada como órgão receptor de sons. Possui o formato de um canal, com paredes ósseas, enrolado em forma de caracol, com aproximadamente 35 mm de extensão


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  >> contato@programainfantilphonak.com.br

Tel: 0800 701 8105






   
 
 

Para que os bebês e crianças com perda auditiva desenvolvam suas habilidades linguísticas é importante e necessário o trabalho de terapia fonoaudiológica.